O Aldrabão CompulsivoFriday, December 31, 2010
O Aldrabão CompulsivoThursday, December 16, 2010

Sunday, December 05, 2010

Wikileaks: Zapatero, o corrupto!
A mediação do primeiro-ministro José Luís Rodríguez Zapatero levou a que tenha sido a empresa norte-americana General Electric a vencer à britânica Rolls-Royce um contrato estimado em 236 milhões de euros. O Exército espanhol tinha optado por chegar a acordo com a Rolls-Royce, até que essa decisão foi invalidada por despacho do primeiro-ministro.
Sunday, November 28, 2010

Era uma vez um senhor chamado Coutinho que resolveu construir um prédio em Viana. E em vez de fazer 6 pisos, construiu 7. Trinta e cinco anos depois apareceu um ministro do ambiente com a mania que era um lobo, mas não passava de uma ovelha, e declarou o prédio um "aborto urbanístico", jurando demoli-lo. Já lá vão 6 anos e a casa do senhor Coutinho continua de pé. Gastaram-se 14 milhões de euros com estas mariquices de que a ovelha gosta tanto. Pelo meio apareceram os ambientalistas a dizer que o prédio é agora habitado por falcões peregrinos e andorinhões, e por lei não pode ir abaixo.
Wednesday, November 10, 2010
Saturday, October 23, 2010
Wednesday, October 13, 2010
Thursday, September 30, 2010
Thursday, September 23, 2010
Tuesday, August 31, 2010

Thursday, August 12, 2010
Assunto de Estado: Copos Grandes
“ Machel era para fazer uma visita diplomática e os seus ajudantes tinham deliberado que o Presidente viajasse num voo normal da linha aérea nacional com saída do Maputo. «O Presidente vai chegar tarde, e um dos seus ajudantes telefona para o aeroporto ordenando ao controlo aéreo para adiar a saída do avião até à chegada de Machel. O dia estava extremamente quente, e os passageiros aguardavam a saída dentro do avião na placa de espera. O pessoal do aeroporto não os quis desembarcar no caso de Machel chegar a qualquer momento. Machel chegou finalmente duas horas mais tarde!». Mas os problemas com o voo ainda não tinham terminado. Mal pôs os pés a bordo do avião o Presidente sentiu sede e chamou o encarregado do bar. «Pediu um whisky – a sua bebida favorita – e disse à hospedeira que servisse o whisky num copo grande. A Linha Aérea Moçambicana não possuía copos grandes a bordo do avião. A hospedeira informou o Presidente que poderia tomar a sua bebida mas em copo pequeno. Machel ficou irritadíssimo. Começou a fazer um discurso violento com acessos de cólera, à hospedeira e aos seus ajudantes que o acompanhavam. Recusou qualquer bebida, e manteve-se sentado durante toda a viagem olhando pela janela, recusando-se a falar fosse com quem fosse. Posteriormente li uma nota enviada por ele ao ministro dos Transportes. Ordenava que as linhas aéreas nacionais adquirissem copos grandes no caso de lhe apetecer um whisky quando viajasse novamente.» “
Dossier Jorge Costa*, Jornal “Novo Século”, 1 de Agosto de 1983
* homem de confiança de Samora que acabou por desertar
Thursday, August 05, 2010

Dossier Jorge Costa*, Jornal “Novo Século”, 1 de Agosto de 1983
* homem de confiança de Samora que acabou por desertar
Tuesday, July 27, 2010

40 anos desde a morte de Salazar
40 anos de Poder
40 anos de Saudade
A 30 de Maio de 1944 Álvaro Cunhal diz que "se as oposições vencerem, não estão em condições de garantir mais liberdade aos seus adversários".
Naquele tempo uma democracia como a de hoje não era a alternativa.
Durante a 2ª Grande Guerra o génio de Salazar fez com que servisse ambos os lados, com lucro.
Após o 25 de Abril o Estado Novo contribuiu com pessoal para todos os partidos, e muitos deles com papéis importantes: o vice-primeiro ministro do governo de Vasco Gonçalves, José Ribeiro, pertencia ao regime deposto.
O que Salazar dizia do seu ministro Duarte Pacheco: "bastante das esquerdas mas, como tinha grande ambição de poder, adaptou-se com facilidade".
O que disse quando soube do assassinato de Humberto Delgado por Manuel Alegre e gente do PCP: "Este assassínio é o tipo de coisas que pode desmantelar um regime".
Friday, July 23, 2010
Cada um de nós vai pagar 1061 euros, para que estes senhores continuem a gamar:O Presidente da Comissão Parlamentar de Saúde, Couto dos Santos, é administrador da construtora MonteAdriano, de quem nunca se esquece quando se discutem obras em hospitais ou centros de saúde.
Seis dos seus membros da Comissão Parlamentar de Obras Públicas, estão directamente ligados ao meio. Mais parece estar reunida uma associação empresarial do sector. Afinal, que interesses ali se defendem? Os deputados/empresários representam o povo junto do sector, ou o sector junto do Estado?
Saturday, July 10, 2010
David Morales Colón, um porto-riquenho de 22 anos, foi assassinado no dia 22 de abril a tiros e virou notícia nos Estados Unidos. O mais interessante nesta notícia é o facto de que não foi o assassinato que chamou a atenção da mídia, e sim o seu velório.
Ao invés do tradicional caixão, a família de David optou por algo menos ortodoxo: Contratou uma agência funerária e pediu para que o colocasse em cima de sua moto Repsol-liveried Honda CBR600 F4 como se estivesse andando nela, e a agência funerária fez um trabalho de primeira.
Vá até ao velório:
http://www.youtube.com/watch?v=mbpy0DWp1Co
Saturday, July 03, 2010

Sunday, June 20, 2010
perspectivas
Sábado, 17 Outubro 2009
José Saramago é burro
Arquivado em: A vida custa,Esta gente vota,Política,cultura,filosofia,politicamente correcto,ética — O. Braga @ 11:45 pm
Tags: Comunismo, cristianismo, estalinismo, José Saramago, marxismo, politicamente correcto, religião, totalitarismo
Gostaria dizer daqui ao professor Felipe Aquino que José Saramago não é “doutor”, coisa nenhuma. Só podemos considerar José Saramago como “doutor” na medida em que o é um burro carregado de livros. José Saramago não tem uma licenciatura ou qualquer grau universitário que possa justificar o epíteto de “doutor”, e um eventual Honoris Causa não lhe dá a autoridade de facto.
Saramago foi um jornalista de muito má qualidade porque nunca foi capaz da imparcialidade e da objectividade que distingue a política do jornalismo ― nunca conseguiu o sucesso do distanciamento em relação ao mundo político necessário à busca da verdade que caracteriza o bom jornalista. Se José Saramago nunca conseguiu ser objectivo na sua profissão de jornalista, como podem os livros dele conter um vislumbre de objectividade e de verdade?
É óbvio que não podemos dizer que todas as pessoas que não tenham uma licenciatura, são naturalmente burras. Porém, com José Saramago, dá-se a infeliz coincidência da burrice se aliar à falta de preparação na área de Humanísticas. José Saramago é burro, e pouca gente ainda se deu conta disso. É um burro a quem correram bem as coisas, o que não é tão invulgar como se pode pensar. Não é por acaso que o burro lança o seu livro “Caim” na cidade portuguesa de Penafiel, que é tradicionalmente conhecida como “a terra das albardas”; não poderia ele anunciar o seu último livro em circunstâncias tão apropriadas.
A qualidade da sua escrita ― com excepção de um único livro dele que foi publicado nos anos 80, com o título “Viagem a Portugal”, em que ele foi capaz de imitar, no estilo descritivo, o realismo de Eça de Queirós ― é sofrível. A maioria de quem sabe, vê que o rei vai nu mas nada diz para não dessacralizar o Nobel.
O conteúdo ideológico dos seus livros, em geral, ao contrário do que acontece com o romancista ou com o historiador, não procura e não pretende a “reconciliação com a realidade” de que nos falava Hegel ― o grande filósofo da História ― mas intenta antes a alienação da realidade; para chegarmos a esta verdade simultaneamente racional e de facto, basta verificarmos que Saramago é dos raríssimos dinossauros culturais mundiais que ainda considera o regime cubano como “o paraíso na terra”. Só um burro em alto grau de indigência mental poderia pensar tal coisa do regime de Fidel Castro.
A função política do contador de histórias ― seja ele romancista ou historiador ― consiste em ensinar a aceitação das coisas tais como elas são, isto é, em nos ensinar a respeitar o valor da objectividade e da verdade entendida como sendo tudo aquilo que nós não podemos mudar e que é o limite não só da natureza humana como da própria política. A partir de uma humilde aceitação racionalizada dos limites da condição humana ― a que chamamos de “boa-fé” ― surge a capacidade de julgar, que o burro do Saramago não tem.
Quando o burro do Saramago ataca a Igreja Católica, ele não pretende atacar a instituição mas a religião e os crentes em geral. Mas nunca se viu o asno atacar o islamismo, porque o Islão, para além de ser um princípio de ordem totalitária, é tacitamente um aliado natural da mundividência asinina e estuporada do jornalista estalinista que, na sua qualidade de director-adjunto do jornal “Diário de Notícias” de Lisboa na década de 70, iniciou uma campanha “McCarthista” de saneamento ideológico interno no jornal e despediu uma série de seus colegas jornalistas baseando-se em acusações de delito de opinião e divergências políticas. Concluímos que José Saramago, para além de burro, é uma besta como ser humano.


