

Carla Bruni como primeira dama francesa

Portugal tem estes dois torresmos!



Cena 1
O irmão mais novo da paquistanesa Mukhtar Mai foi acusado de ter namorado uma rapariga dum clã superior. O tribunal da aldeia reuniu-se e decidiu a pena: Mai iria ser violada pelos homens do clã superior. E foi!
Cena 2
A franco-marroquina Touria Tioulin foi violada por três rapazes no Dubai. Foi presa e condenada sendo acusada de ter tido "relações sexuais fora do casamento".
Cena 3
Alexandra, licenciada em História, casou-se com um marroquino e converteu-se ao islão. O marido deu-lhe a primeira ordem: lavar-se com a mão esquerda e comer com a direita. Segunda ordem: deixar de sorrir para as pessoas. Terceira ordem: não olhar mais para os homens. Primeiro acto: agrediu-a na cabeça por nãpo ter gostado da sopa que ela lhe fez. Segundo acto: deu-lhe violentos pontapés quando ela não concordou que ele enviasse dinheiro dela para sustentar a família em Marrocos.
Cena 4
Maria casou-se em França com um argelino que todos os dias a deixava trancada em casa e salgemada à torneira da banheira.
Cena 5
Lucinda casou-se com um marroquino e um dia, quando estava sentada à mesa para o almoço, cruzou as pernas debaixo da mesa e bateu sem querer com o pé na perna dum dos nove cunhados. O marido apercebeu-se da cena, puxou a mulher pelos cabelos, atirou-a ao chão com pontapés e arrastou-a pelos cabelos até ao quarto. Fechou a porta do quarto, deu dois estalos no bebé de dois meses que tinha começado a chorar, e continuou a bater na Lucinda.
Cena 6
A Constituição iraniana define que a vida de uma mulher vale metade da vida de um homem. No Paquistão uma mulher que tenha sido violada, tem de arranjar quatro testemunhas para o provar, ou considera-se que cometeu adultério.
A CUNHA
Diário da República nº 255 de 6 de
Novembro 2008:

A Escumalha à solta na noite
Na noite de 28 de Setembro, do ano revolucionário de 1974, pelas três da madrugada, quatro Chaimites e vários jeeps, irromperam pela porta do nº.9, da Rua Justiniano Padrel, em Lisboa, aos gritos de:
- Forças Armadas! Forças Armadas!
Aterrorizando todo o Bairro, entraram pela porta do 1º. Frente, vasculhando a casa inteira onde residia uma senhora, mãe de um filho de três meses, prima do procurado.
O capitão José Eduardo Diniz de Almeida e o tenente Manuel Augusto Quiñones de Magalhães, do mui revolucionário RALIS, e uma catrefa de gentuça, na altura apelidados de soldados, sob a ordem do Capitão Vasco Lourenço e do COPCON, pretendiam capturar um dos responsáveis pela "intentona reaccionária do "28 de Setembro": o capitão Sena, o braço
esquerdo do Kaúlza de Arriaga, já que o braço direito, Major Mário Tomé, se encontrava entre os chefes "revolucionários", mandantes daquela noite.
Portugal visto de Espanha. AS VERDADES OCULTAS EM PORTUGAL
LISBOA, 21 sep (IPS) - Indicadores económicos y sociales periódicamente
divulgados por la Unión Europea (UE) colocan a Portugal en niveles de
pobreza e injusticia social inadmisibles para un país que integra desde 1986
el 'club de los ricos' del continente.
Pero el golpe de gracia lo dio la evaluación de la Organización para la
Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE): en los próximos años Portugal
se distanciará aún más de los países avanzados.
La productividad más baja de la UE, la escasa innovación y vitalidad del
sector empresarial, educación y formación profesional deficientes, mal uso
de fondos públicos, con gastos excesivos y resultados magros son los datos
señalados por el informe anual sobre Portugal de la OCDE, que reúne a 30
países industriales.
A diferencia de España, Grecia e Irlanda (que hicieron también parte del
'grupo de los pobres' de la UE), Portugal no supo aprovechar para su
desarrollo los cuantiosos fondos comunitarios que fluyeron sin cesar desde
Bruselas durante casi dos décadas, coinciden analistas políticos y
económicos.
En 1986, Madrid y Lisboa ingresaron a la entonces Comunidad Económica
Europea con índices similares de desarrollo relativo, y sólo una década
atrás, Portugal ocupaba un lugar superior al de Grecia e Irlanda en el
ranking de la UE. Pero en 2001, fue cómodamente superado por esos dos
países, mientras España ya se ubica a poca distancia del promedio del
bloque.
'La convergencia de la economía portuguesa con las más avanzadas de la OCE
pareció detenerse en los últimos años, dejando una brecha significativa en
los ingresos por persona', afirma la organización.
En el sector privado, 'los bienes de capital no siempre se utilizan o se
ubican con eficacia y las nuevas tecnologías no son rápidamente adoptadas',
afirma la OCDE.
'La fuerza laboral portuguesa cuenta con menos educación formal que los
trabajadores de otros países de la UE, inclusive los de los nuevos miembros
de Europa central y oriental', señala el documento.
Todos los análisis sobre las cifras invertidas coinciden en que el problema
central no está en los montos, sino en los métodos para distribuirlos.
Portugal gasta más que la gran mayoría de los países de la UE en
remuneración de empleados públicos respecto de su producto interno bruto,
pero no logra mejorar significativamente la calidad y eficiencia de los
servicios.
Con más profesores por cantidad de alumnos que la mayor parte de los
|
Lado a Lado e ninguém os viu!
«Na próxima 6ª feira, dia 10 de Outubro, o Parlamento discute (às 10h) e vota (às 12h) projectos que estabelecem a igualdade no acesso ao casamento entre os pastores e as suas ovelhas.
Esta questão diz respeito a todas as pessoas que se preocupam com os direitos fundamentais dos animais, com a cidadania dos nossos pastores e com a qualidade da nossa democracia.
Porque recusamos a discriminação com as outras espécies, vamos manifestar-nos
PELA IGUALDADE entre todas as espécies!
6ª feira
10 de Outubro de 2008
frente à Assembleia da República»
"A integridade física de Rui Mateus estaria alegadamente ameaçada, havendo fortes indícios de que terão sido feitos contactos com indivíduos ligados ao mundo do crime, para se encarregarem desta «operação» (...). As pressões eram muitas, a começar com as «recomendações de amigo» de Almeida Santos, que o Presidente da República enviara apressadamente de Marrocos e com quem reuniríamos regularmente a partir do dia 17 de Maio em sua casa. Por outro lado eu estava a ser «olhado» como um traidor à causa «soarista» (...).
Rui Mateus
A Tereza Costa Macedo bem tentou negar em tribunal que tinha entregue à Felícia Cabrita uma lista com nomes de pedófilos. Os peritos confirmaram agora que a letra é dela:
«Admite-se como muito provável a escrita suspeita constante dos dizeres Carlos Cruz, Embaixador António Monteiro – Embaixador em França, Embaixador Brito e Cunha, João Quintela – Chefe de Gabinete? manuscritos a azul e apostos na parte superior esquerda do rosto do documento seja da autoria de Maria Teresa Paulo Sampaio da Costa Macedo».
"O mais difícil nessa altura era escolher entre os que se queriam associar ao projecto lançado e apadrinhado por Mário Soares (...). Com muitas dezenas de milhares de contos 'oferecidos' por Maxwell em 1987 e 1988, com consideráveis verbas oriundas do ex-MASP e uma importante contribuição de uma empresa próxima de Almeida Santos, houve o suficiente para aumentar o capital da Emaudio de 5 para 100 mil contos" - Rui Mateus
A Procuradoria-Geral da República manteve sempre um silêncio sobre estas actividades criminosas.
Nome:__________________________________Gang:__________________________________
l. O Joãozinho tem uma metralhadora AK-47 com carregador de 80 balas.Por cada rajada o Joãozinho gasta 13 balas. Quantas rajadas poderá disparar até descarregar a arma?
2. José comprou 10 gramas de cocaína pura que misturou com bicarbonatode sódio na proporção de 4 partes de cocaína por 6 de bicarbonato. A seguir vendeu 6 gramas desta mistura ao Joaquim por (150 €) e 16 gramas ao Bruno a 40 € cada grama.
a. Quem é que comprou mais barato ? Bruno ou Joaquim ?
b. Com quantos gramas de mistura ficou o José ?
c. Quanta cocaína contém essa mistura ?
d. Qual é a taxa de diluição da mistura ?
3 . Rui é chulo e tem 3 prostitutas a trabalhar para ele. Cada uma
delas cobra 35 € ao cliente, dos quais 20 € entrega ao Rui. Quantos
clientes terá que atender cada prostituta para poder comprar ao Rui a
sua dose diária de crack no valor de 150 €?
4 . Januário comprou 200 gramas de heroína que pretende revender com um lucro de 20% à custa da mistura com giz. Qual é a quantidade de giz que terá que adicionar?
5 . Guilherme recebe 500 € por cada BMW roubado, 125 € por cada carro
japonês e 250 € por cada 4X4. Como já roubou 2 BMW e 3 4X4, quantos
carros japoneses terá que roubar para receber o total de 2.000 € ?
6 . Raul está na prisão há 6 anos por assassínio pelo qual recebeu o
equivalente a 5000 €. A mulher dele está a gastar esse dinheiro à taxa
de 50 €/mês. Com quanto dinheiro ficará Raul quando sair da prisão
daqui a 4 anos? Questão suplementar a quantos anos será condenado por ajustar ascontas com 'Aquela puta que estoirou o meu dinheiro todo?'
7 . Uma lata de spray dá para pintar uma superfície com 3 m2. Uma letra
grande ocupa uma área de 0,4 m2. Quantas letras grandes poderão ser
pintadas com 3 latas de spray?
8 . Heitor recrutou 3 prostitutas para o gang. Sendo o numero total de
prostitutas que trabalham para o gang igual a 27, qual é a percentagem
das prostitutas recrutadas pelo Heitor?
9 . Durante uma rixa entre gangs Telma dispara 145 balas de uma pistola
automática acertando em 3 pessoas. Qual é a eficácia dos seus tiros?
10. Salvador é preso por vender crack e a sua caução é estabelecida em
12.500 €. Se ele pagar a caução e ao seu advogado (que reclama 12% da
caução como honorários) antes de fugir para o Brasil, qual será o
total da despesa?

História Falsificada
Para uns, Sousa Mendes é recordado como um «homem bom e justo» que, em Junho de 1940, contrariando as ordens do Governo de Lisboa, emitiu vistos e passaportes e, nalguns casos, chegou mesmo a atribuir falsamente a identidade portuguesa a milhares de foragidos, sobretudo judeus, que pretendiam a todo o custo alcançar os lugares tidos por seguros. Como Portugal, que Salazar conseguiu manter neutral no conflito.
Para outros, o cônsul está longe de justificar o papel de «herói» que muitos lhe atribuem e, aqui e ali, tentam repor a verdade àquilo a que chamam «falsificação da História» e, através de factos, muitos deles documentados, desmistificam a «lenda» Sousa Mendes. Bastará uma pesquisa atenta no arquivo do MNE ao processo do antigo cônsul — apesar de muitas peças do seu dossier terem misteriosamente desaparecido, sem que até hoje ninguém tenha procurado investigar quem foi o autor (ou autores) do desvio — para que algumas pessoas «verdades» deixem de o ser.
Ao contrário do seu irmão gémeo César, que também fez carreira na diplomacia tendo alcançado o posto de Ministro Plenipotenciário de 2.ª classe, Aristides arrastou-se entre postos consulares de pequeno relevo, foi acumulando processos e mais processos disciplinares desde o longínquo ano de 1917, na I República, até 1940, tendo acabado por passar à disponibilidade e aguardar aposentação, mas continuando a auferir a totalidade do vencimento correspondente à sua categoria (1.595$30). O que desde logo «mata» a tese dos que teimam em acusar Salazar de ter «perseguido» o cônsul e de o ter «obrigado» a «morrer na miséria». Pelo contrário, o então Presidente do Conselho mostrou-se benevolente com Aristides em muitas alturas, nomeadamente quando, contrariando o parecer do Conselho Disciplinar do MNE que, na sequência de mais um processo disciplinar, propôs a pena de descida de categoria do cônsul, apenas determinou a sua inactividade por um ano, com vencimento de categoria reduzido, mas recebendo a totalidade do salário correspondente ao exercício.
Outra verdade que tem sido ocultada pelos defensores de Aristides Sousa Mendes: o cônsul condicionava a emissão de vistos e passaportes ao pagamento de verbas e à obrigatoriedade de contribuição para um estranho «fundo de caridade» por si próprio instituído e gerido, situação que viria a ser denunciada junto do MNE quer pelos serviços da embaixada britânica quer por muitos dos que beneficiaram das «facilidades» de Mendes.
Também esclarecedora para a verdade sobre Sousa Mendes é a carta que o Embaixador Carlos Fernandes(*) dirigiu, em Maio de 2004, a Maria Barroso Soares, presidente da entretanto criada «Fundação Aristides de Sousa Mendes», quando esta pretendeu promover uma homenagem nacional, custeada com dinheiros públicos, ao antigo cônsul.
O DIABO teve acesso à referida missiva, bem como a algumas «notas soltas» que o embaixador lhe juntou, que aqui publicamos na íntegra.
«Lisboa, 5/5/04
Senhora Dra. Maria Barroso Soares
Um antigo embaixador de Israel em Portugal, que foi «instrumental» na mistificação de Aristides de Sousa Mendes, publicou há dois dias no Diário de Notícias, a propósito do aniversário daquele antigo cônsul, um artigo de elogio a Sousa Mendes, reincidindo em duas mentiras que foram fundamentais para aquela mistificação:
a) que foi expulso da carreira diplomática;
b) que morreu na miséria (depreendendo-se que por ter sido expulso da carreira diplomática e sem vencimento).
Ora, tanto quanto eu pude averiguar, primeiro Sousa Mendes nunca foi da carreira diplomática, pertencendo sempre à carreira consular, que era diferente, e, em princípio, mais rendosa; depois, nunca dela foi expulso: como conclusão de um 5.º processo disciplinar, foi colocado na inactividade por um ano, com metade do vencimento de categorias e, depois desse tempo, aguardando aposentação com o vencimento da sua categoria (1.595$30 por mês) até morrer, sem nunca ter sido aposentado, situação mais favorável do que a aposentação.
Portanto, se morreu na miséria, ou pelo menos com grandes dificuldades financeiras, isso deve-se a outros factores que não à não recepção do seu vencimento mensal em Lisboa. Demais, A. Sousa Mendes viveu sempre com grandes dificuldades financeiras.
É óbvio que, quem tenha 14 filhos da mulher, uma amante e uma filha da amante não sairá nunca de grandes dificuldades financeiras, salvo se tiver outros rendimentos significativos, além do vencimento de cônsul.
Vi pelo artigo acima referido que a Sr.ª Dr.ª Maria Barroso é presidente da Fundação A. S. Mendes, e só por isso lhe escrevo esta carta e lhe remeto os elementos de informação anexos.
Eu escrevi sobre Sousa Mendes, de forma simpática, num livro publicado há dois anos (Recordando o caso Delgado e outros casos, Universitária Editora, Lisboa, 2002) de págs. 27 a 30, porque o conheci e tive ocasião de ajudar dois dos seus filhos, um em Lisboa e outro depois em Nova Iorque quando lá era cônsul.
Nada me move contra A. Sousa Mendes, antes o contrário, mas não posso pactuar com a mentira descarada e generalizada. Salazar é atacável por várias razões, mas não por ter «perseguido» A. Sousa Mendes, que, aliás teve problemas disciplinares em todos os regimes de 1917 a 1940.
Quando fui director dos Serviços Jurídicos e de Tratados do MNE, tive de estudar o último processo disciplinar de A. Sousa Mendes, de cuja pasta retiraram já muitas peças.
Por outro lado, o meu amigo Prof. Doutor Joaquim Pinto, sem eu saber, fez um estudo bastante completo sobre A. Sousa Mendes, e com notável imparcialidade.
Eu não pretendo vir a público atacar ou defender A. Sousa Mendes, e, por isso, nem penso rectificar o artigo do embaixador de Israel, mas em abono da verdade, e para seu conhecimento, entendo ser meu dever remeter-lhe uma cópia do estudo e notas em anexo, de que poderá fazer o uso que entender.
Com respeitosos cumprimentos,
Carlos Fernandes»"
In «O Diabo», n.º 1579, 03.04.2007, pág. 6
(*) Embaixador Carlos Augusto Fernandes, licenciado em Direito, com distinção, pela Faculdade de Direito de Lisboa. Entrou no MNE em Abril de 1948 como adido da Legação. Foi cônsul de Portugal em Nova Iorque e Encarregado de Negócios no Paquistão, Montevideu (Uruguai) e Venezuela. Foi conselheiro da Legação Portuguesa na NATO (Paris), Director Económico do MNE. Director dos Serviços Jurídicos e Tratados do MNE e Embaixador de Portugal no México, Holanda e Turquia.
