Monday, April 07, 2008

Monday, February 04, 2008




História Falsificada


Para uns, Sousa Mendes é recordado como um «homem bom e justo» que, em Junho de 1940, contrariando as ordens do Governo de Lisboa, emitiu vistos e passaportes e, nalguns casos, chegou mesmo a atribuir falsamente a identidade portuguesa a milhares de foragidos, sobretudo judeus, que pretendiam a todo o custo alcançar os lugares tidos por seguros. Como Portugal, que Salazar conseguiu manter neutral no conflito.
Para outros, o cônsul está longe de justificar o papel de «herói» que muitos lhe atribuem e, aqui e ali, tentam repor a verdade àquilo a que chamam «falsificação da História» e, através de factos, muitos deles documentados, desmistificam a «lenda» Sousa Mendes. Bastará uma pesquisa atenta no arquivo do MNE ao processo do antigo cônsul — apesar de muitas peças do seu dossier terem misteriosamente desaparecido, sem que até hoje ninguém tenha procurado investigar quem foi o autor (ou autores) do desvio — para que algumas pessoas «verdades» deixem de o ser.
Ao contrário do seu irmão gémeo César, que também fez carreira na diplomacia tendo alcançado o posto de Ministro Plenipotenciário de 2.ª classe, Aristides arrastou-se entre postos consulares de pequeno relevo, foi acumulando processos e mais processos disciplinares desde o longínquo ano de 1917, na I República, até 1940, tendo acabado por passar à disponibilidade e aguardar aposentação, mas continuando a auferir a totalidade do vencimento correspondente à sua categoria (1.595$30). O que desde logo «mata» a tese dos que teimam em acusar Salazar de ter «perseguido» o cônsul e de o ter «obrigado» a «morrer na miséria». Pelo contrário, o então Presidente do Conselho mostrou-se benevolente com Aristides em muitas alturas, nomeadamente quando, contrariando o parecer do Conselho Disciplinar do MNE que, na sequência de mais um processo disciplinar, propôs a pena de descida de categoria do cônsul, apenas determinou a sua inactividade por um ano, com vencimento de categoria reduzido, mas recebendo a totalidade do salário correspondente ao exercício.
Outra verdade que tem sido ocultada pelos defensores de Aristides Sousa Mendes: o cônsul condicionava a emissão de vistos e passaportes ao pagamento de verbas e à obrigatoriedade de contribuição para um estranho «fundo de caridade» por si próprio instituído e gerido, situação que viria a ser denunciada junto do MNE quer pelos serviços da embaixada britânica quer por muitos dos que beneficiaram das «facilidades» de Mendes.
Também esclarecedora para a verdade sobre Sousa Mendes é a carta que o Embaixador Carlos Fernandes(*) dirigiu, em Maio de 2004, a Maria Barroso Soares, presidente da entretanto criada «Fundação Aristides de Sousa Mendes», quando esta pretendeu promover uma homenagem nacional, custeada com dinheiros públicos, ao antigo cônsul.
O DIABO teve acesso à referida missiva, bem como a algumas «notas soltas» que o embaixador lhe juntou, que aqui publicamos na íntegra.

«Lisboa, 5/5/04

Senhora Dra. Maria Barroso Soares

Um antigo embaixador de Israel em Portugal, que foi «instrumental» na mistificação de Aristides de Sousa Mendes, publicou há dois dias no Diário de Notícias, a propósito do aniversário daquele antigo cônsul, um artigo de elogio a Sousa Mendes, reincidindo em duas mentiras que foram fundamentais para aquela mistificação:
a) que foi expulso da carreira diplomática;
b) que morreu na miséria (depreendendo-se que por ter sido expulso da carreira diplomática e sem vencimento).
Ora, tanto quanto eu pude averiguar, primeiro Sousa Mendes nunca foi da carreira diplomática, pertencendo sempre à carreira consular, que era diferente, e, em princípio, mais rendosa; depois, nunca dela foi expulso: como conclusão de um 5.º processo disciplinar, foi colocado na inactividade por um ano, com metade do vencimento de categorias e, depois desse tempo, aguardando aposentação com o vencimento da sua categoria (1.595$30 por mês) até morrer, sem nunca ter sido aposentado, situação mais favorável do que a aposentação.
Portanto, se morreu na miséria, ou pelo menos com grandes dificuldades financeiras, isso deve-se a outros factores que não à não recepção do seu vencimento mensal em Lisboa. Demais, A. Sousa Mendes viveu sempre com grandes dificuldades financeiras.
É óbvio que, quem tenha 14 filhos da mulher, uma amante e uma filha da amante não sairá nunca de grandes dificuldades financeiras, salvo se tiver outros rendimentos significativos, além do vencimento de cônsul.
Vi pelo artigo acima referido que a Sr.ª Dr.ª Maria Barroso é presidente da Fundação A. S. Mendes, e só por isso lhe escrevo esta carta e lhe remeto os elementos de informação anexos.
Eu escrevi sobre Sousa Mendes, de forma simpática, num livro publicado há dois anos (Recordando o caso Delgado e outros casos, Universitária Editora, Lisboa, 2002) de págs. 27 a 30, porque o conheci e tive ocasião de ajudar dois dos seus filhos, um em Lisboa e outro depois em Nova Iorque quando lá era cônsul.
Nada me move contra A. Sousa Mendes, antes o contrário, mas não posso pactuar com a mentira descarada e generalizada. Salazar é atacável por várias razões, mas não por ter «perseguido» A. Sousa Mendes, que, aliás teve problemas disciplinares em todos os regimes de 1917 a 1940.
Quando fui director dos Serviços Jurídicos e de Tratados do MNE, tive de estudar o último processo disciplinar de A. Sousa Mendes, de cuja pasta retiraram já muitas peças.
Por outro lado, o meu amigo Prof. Doutor Joaquim Pinto, sem eu saber, fez um estudo bastante completo sobre A. Sousa Mendes, e com notável imparcialidade.
Eu não pretendo vir a público atacar ou defender A. Sousa Mendes, e, por isso, nem penso rectificar o artigo do embaixador de Israel, mas em abono da verdade, e para seu conhecimento, entendo ser meu dever remeter-lhe uma cópia do estudo e notas em anexo, de que poderá fazer o uso que entender.
Com respeitosos cumprimentos,
Carlos Fernandes»"


In «O Diabo», n.º 1579, 03.04.2007, pág. 6

(*) Embaixador Carlos Augusto Fernandes, licenciado em Direito, com distinção, pela Faculdade de Direito de Lisboa. Entrou no MNE em Abril de 1948 como adido da Legação. Foi cônsul de Portugal em Nova Iorque e Encarregado de Negócios no Paquistão, Montevideu (Uruguai) e Venezuela. Foi conselheiro da Legação Portuguesa na NATO (Paris), Director Económico do MNE. Director dos Serviços Jurídicos e Tratados do MNE e Embaixador de Portugal no México, Holanda e Turquia.

Este artigo teve a aprovação do Exmo. Comandante Guélas

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Sunday, January 06, 2008


ASAE - DGS


A CIGARRILHA FATAL
ou
A História do Aprendiz de Ditador

O António Nunes foi descoberto a cometer uma ilegalidade no dia 1 de Janeiro de 2008, às duas horas da manhã!

E agora? Aplica-se ou não a Lei do Tabaco ao fora-da-Lei?

Este artigo teve a aprovação do Exmo. Comandante Guélas

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Wednesday, December 12, 2007


Quando a Imagem é falsa


Permita Deus que, se um dia houver Justiça neste país, quando os pedófilos forem encafuados, não venhamos a encontrar o balbininho e a sua corte na fila.
Botaabaixo | 11.12.07 - 10:54 pm |


Filho da puta.

Vou descobrir a tua identidade.

E partir-te o focinho todo.

Palhaço de merda.

Podes vir tu e o Albergaria que eu trato de vocês.

Aparece cobarde, paneleiro, pedófilo, chulo de crianças.


Aparece, que eu fodo-te o focinho todo.

Eu, não preciso de ajuda porco.

Tu só gostas que te vão ao cú.


Vou saber quem tu és.

Mete isto nos cornos.


Como acabei com o Muito mentirosos acabo com a tua aleivosia aqui.

Chulo de urinóis.

"A Verdade dói, e quando a dor é insuportável, censura-se. Sempre foi assim, sempre será assim. Só os bravos resistem.”!

Ratinho Blanco

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Thursday, November 08, 2007

A Carta Espanhola

"O senhor Paulo Asqueroso ordenou ao Franguinho nº 1 que manipulasse o seu pénis, ao mesmo tempo que ele manipulava o pénis do Fraanguinho. Quando o seu pénis estava erecto, introduziu-o na boca do Franguinho, aí o tendo friccionado. De seguida introduziu o pénis erecto no ânus do menor aí o tendo friccionado até ejacular".

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Saturday, November 03, 2007

“Os manuais escolares têm de estar sujeitos a um sistema de controlo centralizado e estatal de edição, para não se cair na aldrabice dos últimos 30 anos, de dizer que o facínora, traidor e social-fascista Cunhal lutou pelo país e o fascinante e patriota Oliveira Salazar, liderou uma pseuda ditadura durante 40 anos”.


Quitéria Barbuda in “Arrumar a Casa”, Revista “Espírito”, nº 22, 2005.



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Monday, October 22, 2007

Os Impostores da Esquerda!

Enric Marco, Catalão,de 84 anos, durante toda a vida proclamou-se herói da Guerra Civil e antigo deportado no campo de concentração nazi de Flossenburg. Escreveu livros, deu conferências, recebeu a mais alta condecoração catalã e foi aclamado no Parlamento de Madrid.

A farsa foi descoberta e ele confessou. Na Alemanha só teve como trabalhador voluntário!

Quitéria Barbuda


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Wednesday, October 17, 2007

"Segundo os arquivos do S.I.R. (Serviços de Informação da RIAPA) a Eufémia foi várias vezes referenciada a trabalhar no Cais do Sodré, nos intervalos das jornas. O senhor Carrajola terá tido o azar de utilizar os serviços da jovem e depressa verificou que caira numa armadilha: ela comunicara-lhe que estava grávida e por isso teriam de se casar. Seria a oportunidade para abandonar o campo, a família (que não tinha mão nela) e os 3 filhos!”


Dra. Quitéria Barbuda in “A Puta de um Mito”, Revista “Espírito”, nº 22, 2005.


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Sunday, October 14, 2007

“Como é que um Comunista se pode renovar, sem primeiro se transformar em cinzas?”



Quitéria Barbuda

Friday, September 21, 2007


Ecojavardos

A Guerra do Milho

"Repor a ordem democrática, moral e ecológica de um Algarve Livre de Transgénicos"

Gualter Baptista

(porta-voz dos Ecofascistas)

Dois dos terroristas que destruiram o campo de milho, também tinham participado nas destruições e assaltos, no dia 25 de Abril em Lisboa e no lançamento de bombas, em 2006, no Instituto Cervantes, acto este que pôs em risco uma carrinha cheia de crianças. Estes indivíduos estão impunes graças à protecção do Governo, que lhes dá subsídios, e que recentemente se aliou à organização política que os apoia, o Bloco. A "educação" não se compra, ou se tem ou não se tem! Durante a Ecotopia, e mesmo com dezenas de contentores que a Câmara ofereceu, os Ecojavardos deitaram o lixo para os terrenos em redor do acampamento. Também consta que cagavam no mato. O GAIA, de onde partiram os terroristas do Bloco, recebeu nos últimos dois anos 6600 euros de financiamento do Instituto do Ambiente.

No Mundo há 6 mil milhões de pessoas e a capacidade produtiva está a baixar, principalmente na Europa que alberga estes terroristas tipo GAIA, que não querem trabalhar e não se importam que outros morram à fome. O MON 810 é geneticamente modificado por meio da injecção de um gene da bactéria Bacillus Thurigienses, que faz com que tenha maior tolerância às Bocas de Milho (lagartas).

Este artigo teve a aprovação do exmo. Comandante Guélas

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Tuesday, September 04, 2007


O Genoma do Braço Armado do Bloco


Com o milho transgénico diminuiu o recurso aos pesticidas, pois o bacilo que é introduzido no seu ADN produz uma toxina que mata as pragas. Os EUA produzem metade do milho mundial, que é um dos principais sustentos de boa parte da Humanidade. O pessoal do braço armado do Bloco, os Eufémia, de vegetais só conhecem a Cannabis. Mas o que é grave é que o Governo tenha dado subsídios a este grupo terrorista, que destruiu um hectare de milho transgénico, na herdade da Lameira em Silves. Na televisão apareceu o porta voz dos xungosos, Gualter Baptista (os pais deviam estar com uma pedrada quando lhe deram o nome), que disse frases reveladoras de um estado de alucinação que só um chuto na veia pode provocar:

"O Objectivo é restabelecer a ordem ecológica, moral e democrática"

"Foi uma acção de desobediência civil contra o primeiro campo transgénico do Algarve"

Este artigo teve a aprovação do exmo. Comandante Guélas

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Tuesday, August 21, 2007

O "Barão" (??) deu o Berro!






Eu ainda o consegui comer na véspera!




Eu sou a herdeira!



A próxima a ir sou eu, apesar de ser uma velha com 30 anos!

Este artigo teve a aprovação do exmo. Comandante Guélas

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Thursday, August 02, 2007



Assuntos de Gatos

Desde 1997 que Lynx havia desaparecido de sua casa em Hampshire, no Reino Unido. Segundo a BBC, foi preciso passar dez anos até que Patrica Charnet pudesse ter notícias do bichano.
No início desta semana Lynx foi encontrado em Oxfordshire e entregue a um centro de acolhimento. Foi aqui que o microchip que lhe dava um lar a 100 quilómetros de distância foi descoberto. Patricia Charnet nem queria acreditar quando recebeu o telefonema do centro de adopção de Burford.
«Ficamos sempre com uma réstia de esperança. Mas desta vez aconteceu mesmo. Foi inacreditável. Foi uma sensação maravilhosa».
Sem saber o percurso de Lynx durante os dez anos Patricia pensa que «se ela pudesse falar teria uma história e tanto para contar».
No centro de Burford a história de reunião depois de dez anos também surpreendeu: «ainda não acredito que conseguimos voltar a juntar Lynx com a dona depois de tanto tempo – mostra a importância de identificar o seu animal com o microchip».

Este artigo teve a aprovação do exmo. Comandante Guélas

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Wednesday, July 18, 2007

Olivença


VISTA POR UM BLOQUISTA DE NOME CARLOS LUNA


Parte II

DIREITA OU ESQUERDA ?

Antes de se passar, porque é necessária, a uma História da "Questão de Olivença", há, talvez, que responder desde já a uma angústia que pode assaltar neste momento um militante/activista de Esquerda: afinal, a polémica em torno de Olivença é alimentada por Democratas ou Salazaristas? A resposta nem é difícil: pelos dois... e por nenhum.
Em 1910, os revolucionários republicanos viram-se confrontados com o problema. Diplomatas espanhóis insinuaram que a aceitação da Soberania Espanhola sobre Olivença poderia facilitar o Reconhecimento do Novo Regime, o qual não se prestou a tal capitulação.
Em 1919, em Versalhes, a delegação portuguesa, dirigida por Afonso Costa, tentou que, no Tratado de paz que concluíu a Primeira Guerra Mundial, se incluísse uma cláusula a obrigar a Espanha (que nem beligerante fôra) a devolver Olivença a Portugal, o que se gorou. Entretanto, o estado Português acenava com a alternativa de um referendo na Região disputada... a que o Estado Espanhol não se dignava responder.
Nas décadas de 1920 e 1930, tanto pensadores (e políticos) democráticos como conservadores protestaram contra a situação de Olivença, nomeadamente oliventinos refugiados, com destaque para o Intelectual Ventura Ledesma Abrantes, o fundador do Grupo de Amigos de Olivença.
Ora, este grupo NÃO ERA SALAZARISTA. Pela sua Direcção passaram, de facto, algumas pessoas afectas ao Regime (que diligenciavam para que a sua actividade fosse reduzida ao mínimo...), mas também oposicionista! O presidente do Grupo em 1974 era, nem mais menos, que o PROFESSOR HERNÂNI CIDADE !!!
O Grupo de Amigos de Olivença encontrava sempre uma barreira intransponível: desde a vitória de franco em Espanha, Salazar negava-se a pressionar o Estado Espanhol, exercendo mesmo repressão sobre os que se atreviam a ser demasiado veementes em relação à Questão de Olivença.
A Associação protestava, indignada, contra a colonização e a repressão exercidas em Olivença, mas o Estado Novo nunca lhe deu ouvidos, mesmo porque a sua Política Colonialista em África não lhe permitia ser... anti-colonialista em Olivença!
É curioso ver, nos relatórios da Polícia Espanhola da década de 1950, classificando como "mação, judeo-maçónico, de inspiração inglesa (Questão de Gibraltar), oposicionista", o Grupo de Amigos de Olivença. Diz-se mesmo que por trás da reivindicação da Cidade andam elementos próximos do... Partido Comunista!!!
Afinal, onde está a tradição Salazarista na História do Grupo?
Em 1974/75, os Serviços de Informação espanhóis começam a deixar de chamar "mações" aos Amigos de Olivença, e, num volte-face surpreendente, começam a classificá-los como... saudosistas, velhos salazaristas, conservadores! E, porque era uma intenção política e um preconceito que estava por de trás de tais afirmações, houve mesmo um Historiador Comunista Oliventino que, quiçá entusiasmado, citou vários antigos salazaristas do Grupo, mesmo quando o não eram, não hesitando, por manifesta ignorância, por neles incluir... o Professor Hernâni Cidade!!!
Em Portugal, as Movimentações Anti-colonialistas acabaram por cair numa armadilha, talvez ajudadas por insinuações espanholas: em vez de levarem o seu colonialismo até ao fim, coerentemente, passaram a considerar a Questão de Olivença como derivada do Imperialismo/Colonialismo Salazarista, INVERTENDO A REALIDADE HISTÓRICA E POLÍTICA, já que, como veremos, se estava perante um caso em que uma "parcela" genuinamente (e legalmente) portuguesa fôra (e continuava a ser) VÍTIMA DE COLONIALISMO!
Entretanto, na Direcção do Grupo de Amigos de Olivença, passavam a predominar elementos conservadores... ainda que nem sempre Salazaristas. De qualquer forma, o problema, como veremos, não reside aí, mas em saber se, de facto, EXISTE ALGUMA RAZÃO PARA A "QUESTÃO DE OLIVENÇA" SE MANTER, APESAR DE TUDO, COMO ALGO CONCRETO PARA O ESTADO PORTUGUÊS, AINDA QUE POUCO CONHECIDO!!!
È isso que vamos tentar analisar!!!

(continua)

Próximo Episódio

OLIVENÇA COLONIZADA (1801? - 1936)

Brigada Bigornas conquista Olivença

(clique para o filme)


Este artigo teve a aprovação do exmo. Comandante Guélas

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Sunday, July 01, 2007

Olivença


VISTA POR UM BLOQUISTA DE NOME CARLOS LUNA

Parte I

UM LITÍGIO FRONTEIRIÇO
SEMI-ESCONDIDO PELO
ESTADO PORTUGUÊS HÁ
... QUASE 200 ANOS...
...COM O "RABO" DE FORA !


A ROMANIZAÇÃO E O COLONIZADO

(...) os mais propensos há pouco a rejeitar a língua de Roma ardiam agora em zelo para a falar eloquentemente. Depois isto foi até ao vestuário que nós temos a honra de trajar, e a toga multiplicou-se, progressivamente, chegaram a gostar dos nossos próprios vícios, do prazer dos pórticos, dos banhos e do requinte dos banquetes, e estes iniciados levavam a sua inexperiência a chamar civilização ao que não era senão um aspecto da sua sujeição.
Tácito, político e historiador (sécs I-II d.C.). Vida de Agrícola

(Tácito, Sécs. I - II n.E.)

PREÂMBULO

Poucas histórias terão sido tão mal contadas, vilipendiadas, e ridicularizadas como a que toca ao chamado "Litígio de Olivença" (ou "Questão de Olivença"). Os dados do problema estão tão baralhados, os juízos de valor são tão díspares e disparatados, que manter a cabeça "fria" ao tentar-se estudar VERDADEIRAMENTE o problema é uma tarefa quase hercúlea.
Falar na questão de Olivença é provocar muitas vezes o riso. Se se fala nela a uma pessoa de Esquerda, ela tenderá a considerá-la uma polémica alimentada, se não criada, pelo Salazarismo, e, portanto, uma provocação ou um motivo de chacota. A este propósito, basta ver o filme "O Barão de Altamira", obra (?) do mais absurdo preconceito, para se entender esta afirmação. Aliás, por regra, a Esquerda considera tal assunto indigno, classificando-o mesmo como manifestação de uma pretensão colonialista, o que, historicamente, não tem pés nem cabeça, pois o colonialismo, aqui é exercido CONTRA um território que deveria ser Português. Se se fala da Questão de Olivença a uma pessoa de Direita, ela dirá que Portugal já perdeu Angola, Moçambique, ... sabe-se lá que mais, e que já não há vontade, nem necessidade... nem um chefe à altura. Aqui, cita-se Salazar como modelo.
A maior parte das pessoas tem ideias muito confusas sobre a Questão , ou considera-a desprovida de qualquer interesse, ou ainda manifesta um extremo pessimismo. A ideia de que é um assunto anedótico surge mesclada com praticamente todas as anteriores opiniões citadas.
É no meio de todo este pântano desinformativo que alguém honestamente interessado no assunto se vê mergulhado. Rareia a informação objectiva.

NÃO HÁ FRONTEIRA !

E, todavia, há algo estranho em tudo isto. Na verdade, A POSIÇÃO OFICIAL DO ESTADO PORTUGUÊS NÃO MUDOU DESDE 1808-1814/15 ATÉ HOJE (2000): Olivença é considerada TERRITÓRIO "DE JURE" PORTUGUÊS, ESPANHOL "DE FACTO". Haverá afinal algo, neste caso, que não seja conhecido ?
Na verdade, há. Qualquer pessoa poderá verificar, em mapas OFICIAIS (Mapas Militares, por exemplo), que não há fronteira Internacional no Guadiana entre as Ribeiras de Olivença e Táliga (ou de Alconchel). Ela existe, mas não TRAÇADA, entre as Ribeiras de Táliga e Cuncos (próximo de Mourão), pois o Estado Português nega-se a aceitar qualquer fronteira na Região sem se resolver, de acordo com o Direito Internacional, a "Questão de Olivença".
Não se trata de uma posição de meia dúzia de indivíduos. É a POSIÇÃO OFICIAL do ESTADO PORTUGUÊS. Ela é muito pouco conhecida, porque pouco divulgada... ainda que não seja propriamente um Segredo!
Para além dos Mapas, há alguns exemplos concretos e recentes. Vejamos!
Em 1988, o Presidente da Comissão Internacional de Limites da época (Dr. Carlos Empis Wemans) afirmava, em entrevista ao Diário de Lisboa, que a Região de Olivença obedecia legalmente à Bandeira Portuguesa, não sendo o Guadiana fronteira Internacional na Região. Portuguesa "de jure", Olivença era espanhola por administração (ilegal), "de facto".
Em 1994, o Ministério dos Negócios Estrangeiros português vetava uma ponte "internacional" no Guadiana, entre Elvas e Olivença, no lugar da Ajuda, por considerar não poder considerar "internacional" uma ponte legalmente NACIONAL pelo facto de as duas margens do Guadiana serem consideradas território Português. Após alguns incidentes (com muita Xenofobia de algumas autoridades espanholas), o mesmo Ministério, então sobraçado por Durão Barroso, assumia a construção INTEGRAL POR PORTUGAL da Ponte (Agosto de 1994).
Em 1995, vários jornais lembravam que, POR CAUSA DA QUESTÃO DE OLIVENÇA, a Espanha não punha grandes reservas ao ALQUEVA. No mesmo ano, o jornal "Expresso" noticiava que o Estado Português, nos relatórios de Impacto Ambiental enviados para Bruxelas a propósito do mesmo Alqueva, NÃO RELACIONAVA NUNCA OLIVENÇA COM A SOBERANIA ESPANHOLA, antes a DISTINGUIA!!!
Em 1996, assinava-se um acordo para a construção de uma Ponte no já referido Lugar da Ajuda (Guadiana; entre Elvas e Olivença), de carácter MUNICIPAL e INTEGRALMENTE PAGA POR PORTUGAL, por, disse-se, NÃO PODER PORTUGAL ENVOLVER-SE EM NENHUM ACORDO QUE IMPLICASSE RENÚNCIA DE SOBERANIA SOBRE OLIVENÇA!!!
Em Outubro de 1999, o Instituto Geográfico do Exército publicava um Mapa de Portugal onde a fronteira, no Guadiana, ostensivamente NÃO está traçada. O presidente da Comissão Internacional de Limites, Dr. Júlio Mascarenhas, esclareceu a Imprensa, dizendo que a Questão de Olivença não era uma prioridade portuguesa, mas que a Região era TERRITÓRIO PORTUGUÊS ILEGALMENTE OCUPADO POR ESPANHA, e que Portugal considerava válidos os Tratados de 1815 (Viena de Áustria), decorrentes da situação criada em 1801 (Tratado de Badajoz: cedência de Olivença à Espanha) e 1807 (anulação, pela Espanha, do Tratado de Badajoz, por agressão não justificada a Portugal, em conjunto com os exércitos de Napoleão), bem como o de 1817 (aceitação total, pela Espanha, do estipulado em 1815 em Viena de Áustria).
Muito honestamente, todas estas posições, declarações, e malabarismos, levam a duas conclusões: a primeira, é a de que existe, de facto, um problema fronteiriço por resolver; a segunda, é a de que há muito secretismo, e, portanto, hipocrisia, em torno do facto.


(continua)

Próximo Episódio

DIREITA OU ESQUERDA ?

Brigada Bigornas conquista Olivença

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Saturday, June 09, 2007




Ponto da Situação

O Caso Maddie do Acampamento Inglês no “Allgarve”

Estará o pai envolvido?

A comunidade inglesa de Lagos é estranha, muito estranha. Fazem-me lembrar ciganos e romenos, com as suas manias e os seus vícios. E desconfio muito do pai de Maddie! Não reconhecer o crime que cometeu, abandono dos filhos num quarto, não ajuda muito para a sua imagem. Por muito menos já foram condenados cidadãos nacionais. Ele não, anda completamente impune a passear-se pelo Algarve. E quando a jornalista Sandra Felgueiras lhe perguntou se conhecia Murat, foi arrogante e não respondeu. Até o criminologista... já foi mandado calar da televisão pública por estar a dizer verdades incómodas sobre a família da Maddie, vítima dos próprios pais, cuja culpa do seu desaparecimento é única e exclusivamente deles e devem ser responsabilizados por isso. O crime foi cometido por ingleses, em território português e os comportamentos destes estrangeiros deverão ser criminalizados, da mesma maneira que são os comportamentos inaceitáveis de muitos árabes. O costume que os pais ingleses têm de deixar os filhos menores em casa, enquanto eles se vão embebedar para os pubs, é crime de negligência em Portugal! Não é por acaso que após o caso de Maddie já desapareceram 800 crianças em Inglaterra, um dos países mais perigosos do Mundo. E nem as saídas à rua da senhora MacCann sempre com o ursinho de peluche na mão, que já apresenta uma cor de sarro, consegue iludir os expert do TSOR; nem as missas, nem a ida a Fátima

Este artigo teve a aprovação do exmo. Comandante Guélas

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Monday, May 28, 2007

Tudo bons Rapazes !



O Tó Zé Morais é um "engenheiro da Ordem". É primo em 1º grau da Estrela (também Dra.). A prima Edite é uma grande amiga do Pinto de Sousa, que diz ser "engenheiro", mas que todos sabem que não é.

O Tó Zé é amigo do Armando, que se diz "Dr.", mas cujo canudo é do mesmo calibre que o do Pinto. Mas devido a estas repentinas habilitações, o Armando passou de "Caixa" para "Administrador" do Banco de todos os portugueses e portuguesas. O Armando é amigo da Edite e do Sousa.

O Tó Zé trabalhou no LNEC e tinha por hábito canalizar trabalhos deste laboratório, para uma empresa onde ganhava comissões. Acabou por ser corrido !

Passou de imediato para Consultor de reconhecido mérito, trabalhando para a Câmara da Covilhã, aonde vendeu serviços, requisitados pelo técnico Pinto de Sousa. Nasceu assim uma amizade. O Pinto é então apresentado à Dra. Edite, reputada deputada e dirigente do PS, que lhe proporciona uma fulgurante ascensão no partido. Necessita então de uma licenciatura.

O Tó Zé é na altura professor do ISEL e passa a contar com o aluno Pinto de Sousa, bacharel. Por falta de assiduidade o Tó Zé é corrido da faculdade. Vai a correr para a Independente, levando o Pinto de Sousa, "porque era a escola mais perto do ISEL que encontrei", explicou o artista.

Licenciou-se num abrir e fechar de olhos, com o Tó Zé como professor de 4 cadeiras, conseguindo ao mesmo tempo ser Secretário de Estado e trabalhador estudante. O Tó Zé é então compensado. O Armando, na altura Secretário de Estado da Administração Interna, coloca-o como Director Geral da GEPI. Não fica muito tempo, porque o vício da trafulhice está-lhe nos genes. Envolve-se com o Armando na Fundação de Prevenção e Segurança. Guterres corre com eles e pira-se do Governo. Passam por lá o Durão e o Pedro, e o Pinto de Sousa regressa, nomeando logo o Tó Zé para Presidente do Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça. O Tó apaixona-se por uma brazileira e em troca de bóbós de borla, nomeia-a Directora Logística, com um ordenado de 1600 euros por mês. Mas, mais uma vez, é corrido !


Este artigo teve a aprovação do exmo. Comandante Guélas

Viva o Comandante Guélas


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Tuesday, May 15, 2007

Estado Novo

"As lendas do Tarrafal foram inventadas por aqueles que depois do 25 de Abril de 1974 nunca conseguiram cumprir o que prometeram"

"Eu ainda sou do tempo em que os 'homens maus' iam de férias, de borla, para o Tarrafal"

O Estado Novo está na moda. Nas universidades é a maior área de investigação. A pouco e pouco a juventude vai tomando consciência das mentiras de Abril e descobrindo a 'Política de Verdade' do saudoso Oliveira Salazar. Em trinta anos de Democracia o país está estagnado. O que seria de nós se a Revolução dos Capitães tivesse sido esmagada, e tivessemos continuado a crescer 8% ao ano ? As máscaras de Cunhal e Soares já há muito que cairam. A esperança agora reside no Comandante Guélas, o senhor de Paço de Arcos !

"A vontade da maioria nunca trouxe a melhoria"

Este artigo teve a aprovação do exmo. Comandante Guélas

Viva o Comandante Guélas

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Monday, April 30, 2007

69

ou o choque político na Batalha de Pimentópilas

Esta é a história sobre uma batalha antiga contra o mando escuro do fanatismo comunista. Reza a lenda avassaladora que 69 guerreiros paço arquianos enfrentaram a enorme multidão do gang inimigo. Representou a arte da guerra como suporte essencial de uma civilização avançada. O amor ao território de Paço de Arcos vem de longe.

A Batalha de Pimentópilas, com o General Mocho ao comando da Legião dos Chulos do Pimenta, desbaratou o exército de rafeiros no Pavilhão Desportivo, após uma Comissão de Moradores. Foi o sacrifício heróico de um passeio, que ficou despido de "pombinhos brancos", possibilitando a contaminação de Portugal com a ideia de liberdade. Foi o grupo da RIAPA que, até na forma de combater, se comportou como indivíduo: como herói !

A batalha iniciou-se com uma carga de Litopol no Cine-Teatro e teve o seu epílogo no Istmo da Punheta, onde o inimigo foi esmagado. A saída do pavilhão era de tal maneira estreita que, segundo o Comandante Álhi, só podia passar um comuna de cada vez.

A vitória deveu-se à Razão e aos Bons Costumes, e deu origem a uma nova civilização, os Paço Arquianos do Alto de Paço de Arcos. O combate dos 69 heróis ficou gravado para sempre nas pedras das Fontainhas:

"Vós que vos peidais, dizei ao Comandante Guélas que aqui combatemos por obedecer às suas leis"

Este artigo teve a aprovação do exmo. Comandante Guélas

Viva o Comandante Guélas

Wednesday, April 11, 2007



O Engenheiro sem Canudo ou a história do homem incompleto




A crise moral em que o país vive, parece generalizar-se a todos os níveis. Tudo indica que é fruto do ódio, o poder da inveja corrói as entranhas dos nossos políticos. Só se sentem bem se forem engenheiros ou doutores. Ter um bacharelato em Engenharia Civil pelo ISEC não serve, é preciso ser-se licenciado a todo o custo, nem que para tal se compre o canudo numa qualquer universidade independente, mesmo que a Ordem dos Engenheiros não reconheça o curso. Foi o que fizeram o Vara, o homem que passou de balconista da CGD, a administrador da mesma, e o Pinto de Sousa, um jovem gay.

O pinto é ardiloso, frio, ambicioso, ciumento, hábil e persuasivo. A sua argúcia de certeza que serviria de modelo a qualquer família siciliana. É de momento o membro destacado de uma família política adepta de intrigas palacianas e nomeações obscuras.

O Pinto de Sousa gosta de dar a imagem de um gay perfeito e rigoroso, mas não passa de uma reles fraude académica.

A prova final foi quando o TSOR descobriu que o Pinto declarara que completara os últimos anos de formação universitária em 1986, numa altura em que só existiam em funcionamento os 2 anos iniciais da licenciatura, visto a portaria ser de 1994.




Este artigo teve a aprovação do exmo. Comandante Guélas

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